E-mail marketing: entenda porque ele é importante

É natural que quando falamos de marketing digital, você pense em marcas como Instagram, Facebook e Google. Mas, você também pensa no Outlook, no Gmail ou até mesmo no Yahoo? É provável que não. Contudo, você deveria, sim, criar ações pensando nessas marcas, pois o e-mail marketing é parte crucial do planejamento de marketing de qualquer segmento de negócio, incluindo o marketing imobiliário. 

O problema é que quando mal feito, o e-mail marketing para construtoras, ou outras empresas do mercado de imóveis, pode ser lido como SPAM — ou simplesmente ser ignorado pelo usuário. E isso é tudo o que a sua empresa não quer, não é verdade?

Então, vamos entender um pouco mais sobre o potencial do e-mail como ferramenta de vendas?

O que é e-mail marketing?

E-mail marketing é uma estratégia de marketing que faz parte do escopo de ações que compõem o marketing digital atualmente, como o Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing.

De modo geral, o e-mail passa a ser usado para estreitar a relação entre a empresa e o cliente (ou potencial cliente). Ao entender melhor sobre a sua oferta, a pessoa que recebeu o e-mail se sente mais segura para entrar em contato com o time de vendas, o que eleva as vendas por meio dos canais digitais.

Por que o e-mail marketing traz resultados?

Bem, vamos pensar um pouco no mercado brasileiro, ok? Dos anos 1990 até a primeira década dos anos 2000, nós precisávamos dos computadores para lermos os e-mails. Essa troca de mensagem era feita por amigos, colegas e não gerava um grande volume de mensagens.

Isso significa que uma parcela considerável da população não tinha e-mail — seja porque não precisava de um, porque não tinha um computador ou porque não estava familiarizada com o mundo digital.

De 2010 para cá, muita coisa mudou. Uma delas é que o smartphone tomou o lugar do computador como ferramenta de acesso à internet. Dados de 2019, divulgados pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostraram que 56% dos internautas brasileiros acessavam a internet apenas pelo celular.

Isso é interessante, pois mostra uma facilidade na hora de usar a internet, já que o celular é mais fácil de ser usado do que um computador. Aliás, se você foi criança nos anos 2000 é provável que a sua mãe tenha te matriculado em um curso de informática básica. Por outro lado, não existe curso para mexer no celular — na verdade, existe, mas ele é focado em idosos e essa é outra história.

Outro fator importante sobre o smartphone é que ele obriga as pessoas a terem uma conta de e-mail, normalmente no Gmail, se ela for usuária do sistema Android. Resumindo: ter um e-mail se tornou algo obrigatório na era do smartphone e redes sociais.

E é nesse mercado gigantesco, onde milhões de brasileiros estão, que o e-mail marketing está de olho — e a sua empresa também deveria estar.

Quais são os erros comuns no e-mail marketing?

O primeiro erro é subestimar a ferramenta. Quando a subestimamos, criamos conteúdos que não engajam. Fazer por fazer não é recomendado em nenhum caso, incluindo no e-mail.

Nas décadas passadas, as empresas criavam mensagens pouco personalizadas, sem nenhum cuidado, disparando-as sem critério. A essa atitude desastrosa, demos o nome de SPAM.

Falta de segmentação

A vantagem do marketing digital é a quantidade gigantesca de dados que ele gera. Esses dados devem ser usados para aprimorar as ações, incluindo a segmentação dos conteúdos. No mercado imobiliário, nós podemos ter uma série de públicos, como as pessoas que estão se planejando para comprar um imóvel daqui a alguns anos, as que querem comprar agora e aquelas que estão em dúvida entre comprar ou locar.

Nesse caso, seriam três estratégias completamente diferentes, cada uma pensada para um estágio da jornada de compra do cliente.

E-mails prolixos

As mensagens devem ser objetivas. Se você pode dizer algo com 50 palavras, por que usar duzentas? Não há nada de errado com e-mails longos, desde que exista necessidade para esse tamanho.

Lembre-se que os e-mails precisam lidar com limitações do pacote de dados do leitor, do smartphone e ainda têm a ingrata missão de competir com uma série de concorrentes, como as redes sociais.

Exagerar nas imagens

Em termos de imagens, os e-mails são ferramentas limitadas. Imagens pesadas podem dificultar a entrega da mensagem. Muitas imagens tornam a leitura difícil. Ademais, o provedor do e-mail pode bloquear a sua mensagem, achando que a imagem é um artifício para invadir o dispositivo do usuário.

Não avaliar os dados gerados pela ação

Todos os dados referentes ao e-mail, como taxa de abertura, cliques, respostas etc. servem para melhorar as estratégias do e-mail marketing. Muitas empresas não se atêm a outras métricas que não sejam as respostas desses e-mails e isso pode fazer com que elas tenham uma visão muito imediatista da ação.

O e-mail marketing cria uma relação da marca com o público e uma relação não se faz com apenas uma mensagem. É preciso entender o comportamento desse indivíduo para compreender os motivos que o fizeram se descadastrar da sua lista de e-mails. Em alguns casos, o conteúdo está inadequado, desinteressante. Em outros, essa pessoa simplesmente não tem mais interesse no serviço ofertado — e isso é natural.

Na verdade, é até melhor que ela deixe de receber as mensagens da marca, já que isso evitará que o time de vendas perca tempo entrando em contato com alguém que não se converterá em cliente.

Comprar uma lista de e-mails

Essa prática, infelizmente, é comum. A empresa acha uma boa ideia adquirir uma lista de e-mails de outras empresas, enviando mensagens não solicitadas para várias pessoas. Bem, as chances de isso dar certo são mínimas, pois ninguém fará negócio com uma marca que mal conhece, que manda mensagens que não foram pedidas.

Além disso, a compra de dados vai contra tudo aquilo que prega a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que já está em vigor. Portanto, essa prática ainda pode lhe gerar problemas maiores.

A compra de seguidores e de e-mails só serve para inflar o ego. É por isso que esses números são chamados de “métricas de vaidade”, uma vez que não ajudam o negócio a vender mais, apenas a ter um perfil que agrada ao responsável pela empresa.

Deixar essa tarefa com amadores

O marketing digital é extremamente automatizado. Para que ele traga resultados, é necessário entender uma série de métricas, dominar ferramentas e ter criatividade para criar conteúdos que encantem o seu cliente. Não é uma tarefa fácil.

Muitas empresas pequenas fazem esse processo de forma amadora. Aí, quando ele não traz resultados, essas marcas abandonam o marketing digital “porque ele não dá certo”.

Aqui no nosso blog, nós já compartilhamos cases de empresas do setor imobiliário que tiveram resultados incríveis usando o marketing digital. Então, se você tem interesse em e-mail marketing, estude a possibilidade de contratar alguém com experiência nessa área — ou terceirize esse processo para uma empresa especializada.

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