O que os compradores esperam do mercado imobiliário em 2022?

A pandemia de Covid-19 nos fez passar por muitas mudanças nos últimos meses, e com o mercado imobiliário não foi diferente.

Na contramão dos outros setores, a construção civil apresentou ótimos índices ao longo da pandemia, e estes números acompanharam transformações no modo que vendemos e compramos imóveis no Brasil.  

Agora que as medidas de controle sanitárias avançaram, parece que finalmente enxergamos o fim da pandemia e podemos nos perguntar, como serão os próximos meses? 

Para dar uma pista de como será o “novo normal” no mercado imobiliário em 2022, separamos alguns dados que revelam as expectativas dos compradores de imóvel no próximo ano, confira:

A nova casa dos sonhos 

O sonho do lar próprio segue vivo entre as famílias brasileiras, mas será que ainda desejamos a mesma casa? 

Provavelmente não, e o contexto impulsiona mudanças no tipo de imóvel que se deseja comprar. As restrições com as quais a pandemia nos fez conviver influenciam, por exemplo, aumento nas buscas por um cômodo extra para trabalhar ou estudar de casa, por espaços ao ar livre como varandas ou quintais e até mesmo por imóveis que ofereçam áreas comuns e espaços de lazer.

Por outro lado, a preocupação ambiental que cresce entre algumas parcelas da sociedade reflete na procura de empreendimentos sustentáveis, que oferecem aos moradores facilidades como a captação da água da chuva, placas para geração de energia solar, iluminação com LED, hortas coletivas etc.  

Além de tornar o imóvel atraente para os compradores, a atenção do setor ao meio ambiente também pode ser interessante para o próprio setor, especialistas destacam que a tendência da construção verde representa mais rentabilidade e sustentabilidade aos empreendimentos.  

E atenção, a construção verde tem atraído compradores de todas as faixas de renda: tem crescido o número de empreendimentos do “Casa Verde e Amarela” que se enquadram nesta categoria!

Investimentos em potencial 

Se o sonho da primeira casa própria permanece, muitos compradores também passaram a buscar por imóveis como forma de investimento de longo prazo, afinal, estamos passando por um ótimo momento de valorização do patrimônio imobiliário. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), nos últimos doze meses (de outubro de 2020 a outubro de 2021) o Índice Geral de Preços do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R) registrou um aumento de mais de 12% nos preços praticados. 

Mesmo que a Selic esteja elevada se comparada aos patamares alcançados em 2020, o período ainda é de baixas históricas. Considerando o contexto amplo, em que investimentos indexados aos Certificados de Depósito Interbancário (CDI) têm apresentado rendimentos aquém do esperado, até mesmo abaixo da inflação, especialistas apontam que o imóvel desponta como um investimento muito seguro. 

E os números não mentem: em pesquisa produzida pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) constatou-se que quem investiu em imóveis de 2010 a 2019 obteve um rendimento médio de mais de 15% ao ano, retorno 56% maior à média do CDI no mesmo período. Segundo a Associação, o cenário atraente para investidores soma-se a outros fatores e contribui para um período de oportunidades para o setor imobiliário. 

Processos desburocratizados e digitais

Sejam os que estão buscando o primeiro lar ou aqueles que querem investir num imóvel, uma coisa é certa: os novos compradores querem processos simplificados e sem burocracia, e para tal, o digital pode ser um aliado. 

Parece um clichê dizer que a tecnologia está em todas as partes, mas a verdade é que a digitalização das práticas e dos processos se tornou uma verdadeira necessidade nas mais variadas áreas, e não podia ser diferente no ramo da construção civil. 

Antes, para comprar um imóvel eram necessários vários deslocamentos à imobiliária, visitas e um longo processo burocrático com muita papelada e idas ao cartório, mas esse processo está ficando para trás, afinal hoje já é totalmente possível vender um imóvel de forma 100% virtual. 

E essa, que parece ser a preferência de muitos, tende a permanecer em voga mesmo com o abrandamento da pandemia de Covid-19 e o retorno das atividades presenciais. Um levantamento realizado pelo DataZAP intitulado “Pesquisa da Influência do Coronavírus no Mercado Imobiliário Brasileiro” demonstrou que mais da metade das pessoas entrevistadas dizem que continuarão a utilizar ferramentas como as videochamadas, os vídeos em 3D com tours e simulações de decoração no imóvel e até mesmo as assinaturas digitais na hora da venda do imóvel. 

Estes dados revelam que adequar-se ao novo cenário digital é fundamental, mas é igualmente importante entregar uma experiência online com qualidade aos potenciais compradores, e nessa missão a Katsuki é especialista, contate-nos e conte conosco

Fonte: Abrainc. 

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